7º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero é lançado em Brasília

20/07/2011 12:20
7º Prêmio Construindo a Igualdade

de Gênero é lançado em Brasília 

Cnpq

O lançamento da 7ª edição do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero aconteceu hoje (1º/6), em Brasília. A iniciativa pretende estimular e fortalecer a reflexão critica e a pesquisa sobre as desigualdades existentes entre homens e mulheres no Brasil, as inscrições permanecem abertas até o dia 16 de setembro. Podem concorrer estudantes do ensino médio, graduados, especialistas, mestres e estudantes de  doutorado, com redações e artigos científicos.

O Prêmio é uma iniciativa da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), do Ministério da Educação (MEC), e da ONU Mulheres, que pretende contemplar abordagens de classe social, geração, raça, etnia e sexualidade no campo dos estudos das relações de gênero, mulheres e feminismos, além de sensibilizar a sociedade para essas questões.

O Lançamento

Durante a solenidade, o diretor de Engenharias, Ciências Exatas e Humanas e Sociais do CNPq, Guilherme Sales Soares de Azevedo Melo, afirmou que uma parceria é boa quando atinge os objetivos propostos. “Isso já foi conseguido, como podemos constatar através das 15.728 inscrições recebidas nas últimas edições. O Prêmio e os editais nós já temos, agora o desafio é o que pode ser acrescentado para ampliar as atividades e progredir”, ressaltou.

 

Abrindo a mesa, Misiára Oliveira, representando a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (SECAD/MEC), afirmou que o compromisso com a igualdade de gêneros. “A iniciativa é muito importante para enraizar essa temática na sociedade brasileira”. Porém, segundo Misiára, ainda é necessário expandir as ações e investir na formação dos professores da rede pública de ensino.

 

”Alfabetização de mulheres de baixa renda, das comunidades rurais e negras é um conjunto de compromissos voltado à promoção, defesa e garantia das mulheres” enfatizou.Sandra Regina, da Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC), frisou que o concurso também prêmia estudantes do Ensino Médio e Escolas que lutem pela igualdade de gêneros, contribui para a formação do estudante que está na fase final da Educação Básica, podendo assim, consolidar conceitos ligados à temática. Segundo Sandra, é necessário que a discussão esteja presente no dia-a-dia dos estudantes: “É importante para que os jovens sejam cidadãos e não desenvolvam nenhum tipo de preconceito”, esclareceu.

 

 

 

 

 

 

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