Queremos uma mulher para presidente do Brasil!

12/09/2010 15:05

Queremos uma mulher

 

para presidente do Brasil

 Sandrah Sagrado

 

Pela primeira vez na História do Brasil temos duas mulheres de grande valor e capacidade de trabalho e articulação que são candidatas à presidência do País. É um grande avanço, pois ambas são de centro esquerda, defendem direitos conquistados pelo povo brasileiro, buscam avançar no Projeto de Desenvolvimento do País e Distribuição de Renda, Direitos Civis e Meio Ambiente. Não são totalmente iguais, mas o importante é que assim como os brasileiros acreditaram e elegeram um ex-operario militante pelos direitos civis e dos trabalhadores e colocaram o Brasil no centro do Respeito Mundial, saindo daquela estigma de República das Bananas, vale a pena acreditar no poder,

na sabedoria e na força das mulheres para governar nosso país.

http://www.dilma13.com.br/ e http://www.movmarina.com.br/

 

 

A Conquista das mulheres pelo direto de voto

 

Os movimentos de mulheres e feministas se inserem de uma forma toda especial no processo de construção da cidadania. Assumem uma visão crítica das contradições e das limitações das grandes transformações históricas, a exemplo das revoluções americana e francesa que excluíram as mulheres dos parlamentos e dos governos, negando-lhes o direito básico de votar e de ser votada.

 

A luta das sufragistas emerge em meados do século XIX e se consolida na primeira metade do século XX, século em que as mulheres conquistam esse direito em praticamente quase todos os países do mundo. Depois de décadas de luta, o direito de voto para as mulheres é conquistado em 1920 nos EUA, em 1928 no Reino Unido, em 1944 na França, e em 1976 em Portugal.

 

No Brasil, a luta pelo sufrágio universal teve início em 1910, com a fundação do Partido Republicano Feminino, no Rio de Janeiro, por Deolinda Daltro, e com a criação da Liga pela Emancipação Intelectual da Mulher, por Bertha Lutz, em 1919, transformada em Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, em 1922.

 

Em 1928, o direito de voto das mulheres é conquistado no Rio Grande do Norte e depois estendido a nove estados brasileiros, até que, em 1932, é incorporado ao Código Eleitoral e, em 1934, à Constituição Brasileira.

Avanços e retrocessos

É inegavel os avanços das mulheres quanto a conquistas de direitos, civis, emocionais, sociais dentre muitos, pois os Movimentos de Mulheres, de Saúde, em Defesa das Crianças e dos Adolescentes tiveram as mulheres como protagonistas, que saíram de suas casas justamente para conquistar algo não só para si mesmas, mas para a comunidade.

 

No entanto, muito ainda há que se fazer, uma vez que é recente a conquista pelo voto e, mais recente ainda, a conquista de Leis como Maria da Penha para defesa das mulheres contra violência e também da Lei que diz que os partidos têm que ter 30% de suas cadeiras para o setor feminino.

Duas mulheres com duas histórias de luta

Por isso, além de ser um avanço, é também muito bom que tenhamos para candidatas a presidência da República duas mulheres de centro Esquerda que participaram de uma forma ou de outra das conquistas destas lutas, sem demagogias e que, de alguma maneira, continuam ainda em sua forma de trabalho atuando em prol destas conquistas.

 


Saiba um pouco mais das candidatas

Dilma Roussef 13 - PT   Site: http://www.dilma13.com.br/

e

Marina Silva - 43 PV Site:  http://www.movmarina.com.br/

 

São duas mulheres fortes e com qualidades que devem ser muito bem consideradas.

Você pode conhecer melhor as duas candidatas e tirar todas as suas dúvidas, visitando os sites e sabendo melhor como elas pensam.

Aqui, como subsídio, lhe damos as biografias em vídeo para que você conhece um pouco da História, tanto de Dilma Roussef, quando de Marina Silva. O importante é acreditar no poder da mulher, que tem a sensibilidade a coragem para dirigir e enxergar todos os pontos em questão numa situação.

A Lei Maria da Penha existe por força da atuação e da luta das mulheres, não adianta agora alguns homens dizerem que vão defender, as mulheres já defendem, precisamos sim de uma presidente para que a Lei se cumpra e as mulheres de todo o País, independente de etnia, credo, situação econômica-social, possam ter certeza de uma coisa: NÓS PODEMOS!